“(...)Porque o ônibus para
mas a vida não (...), estou como
quando jovem, a inteligência
muito ignorante”. (Adélia Prado)
“When there's no love in town This new century keeps bringing you down All the places you have been Trying to find a love supreme A love supreme” (Supreme/Robbie Williams)
“I’m loving angels instead” (Angels/ Robbie Williams)
A vida é um eterno morrer e nascer. Lutamos contra o tempo para que tenhamos o mínimo de conhecimento sobre as coisas, mas sempre ficará a sensação de que algo ficou para trás, ou esquecido em meio a tantas vontades de lembranças. Cabelos a esbranquecer, olhar entristecido, marcas de sofrimento pelo rosto, a vida não para...
O que é o momento? O pleno ou o incompleto? Não teremos respostas do mesmo prisma, meu olhar subjuga o seu e vice-versa. Vou continuar na filosofia enquanto você acha uma razão “razoável” para me ralhar. Meu coração enternecido acaba por render-se ao seu amor. Seu amor acaba por render-se à sua teimosia. Mas infinitamente contraditório, os pólos se modificam, ora positivo, ora negativo. Rendemos à sua teimosia, como também ao seu amor intenso.
A vida é uma questão de escolha. Simples assim? Talvez não, mas necessariamente simples. As opções estão na mesa. Outras irão surgir com o passar do tempo. Novas se descobrirão encobertas por nossos próprios olhos. Mas estão todas sobre a mesa. Escolha a sua.
Mas não se apresse em escolher but, “I got too much life running through my veins, going to waste. I don’t want to die, but I ain’t keep on living either before I fall in love. There’s a hole in my soul, you can see it in my face”.
Ainda quero discutir sobre a liberdade.
***

Ganhei um presente inusitado. Uma aluna da 6ª série me deu o cd “O Tom de Adélia Prado”, poemas do livro Oráculos de Maio, narrados pela autora e trilha sonora de Mauro Rodrigues. Confesso que não acreditei quando ela tirou aquele cd da mochila. Eu estava vendo a foto de Adélia Prado na capa do cd?! Fiquei tão alegre que “não sei”... Dei um abraço nela, porque não tinha palavras... coisas tão simples nos comovem...
Escrito por Alexandre Miranda de Souza às 15h21
[]
[envie esta mensagem]
|