Jack Johnson

 

O havaiano Jack Johnson, sucesso mundial, se mostra extremamente versátil. Surfista, cineasta e cantor. Como cineasta produziu três documentários. O primeiro, Thicker than water (1997), ganhou o título de documentário do ano pela revista Surfer. Os outros dois são, A Broken down Melody e September Sessions, todos sobre o surf. Porém o seu maior sucesso está por conta de sua música. Incentivado por amigos, em 2001 lançou o seu primeiro cd, Brushfire Fairytales. Em 2003, o seu segundo álbum, On And On. Mas o topo da carreira veio com seu terceiro trabalho, In Between Dreams, alcançando o segundo lugar no Top 200 da revista Billboard. E Jack não parou, este ano lançou Sing-A-longs and Lullabies for the film: Curious George, trilha sonora do filme de animação Curious George. Sua música é leve, bem tocada, com uma levada envolvente, trazendo influências ecléticas, como Beatles, Jimi Hendrix, Bob Dylan, Radiohead, Bob Marley, entre outros.

 

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Danni Carlos

Lançando seu quinto cd, a brasileira Danni Carlos, faz sucesso regravando músicas internacionais, com arranjos próprios, com uma voz inventiva e ousada, transformando-os em novidades atraentes, mesmo sendo grandes sucessos. Vale a pena conferir os seus cd’s que trazem uma seleção excelente de boa música, bem tocada e criativa.

 

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O que gosto!

No blog da amiga Ana (http://blogueana.blogspot.com/) ela teceu por ordem alfabética, algumas coisas que “ama amar”. Nessa onda, resolvi escrever o que mais gosto e que me fez muita falta durante os dias que fiquei de licença. Ontem, ao retornar para a sala de aula, reencontrei com aquilo, que sua falta, estava me deixando triste, o abraço dos meus alunos. Não há nada melhor, mais gostoso e fortificante do que os meus alunos me abraçando. Quando cheguei segunda pela manhã, provoquei um certo tumulto no corredor ao ir para a sala, tumulto esse que amei, é claro, com tanto abraço, não há carência que resista...



Escrito por Alexandre Miranda de Souza às 11h25
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11 de setembro de 2001

 

Cinco anos se passaram e o assunto ainda é alvo de discussão e estudos, o ataque terrorista contra as duas torres gêmeas do World Trade Center, deixou muita gente com medo de que ali, surgisse o pretexto para uma terceira guerra mundial. Mas o pretexto serviu para reforçar a política intervencionista norte-americana e demonstrar ao mundo que os Estados Unidos são capazes de sozinhos, enfrentar belicamente, qualquer nação. A demonstração do poderio americano veio sobre o Afeganistão e depois sobre o Iraque. Em breve, teremos mais uma onda de destruição provocada pelos ianques, os alvos estão espalhados, Irã, Coréia, entre outros.

 

Quando Eric Hobsbawm escreveu o livro “Era dos extremos – O breve século XX – 1914-1991”, jamais imaginaria tal acontecimento. Pensar que o assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando foi o pretexto para desencadear os eventos que levaram a guerra, imagine os ataques de 11 de setembro.

 

Não me recordo porque, mas nesse dia eu não fui à faculdade, estava no centro da cidade para resolver algum problema, quando meu celular tocou. Era um amigo me avisando de tudo o que estava ocorrendo. Imediatamente fui para uma loja de eletro-eletrônicos, onde todos os televisores passavam as cenas transmitidas ao vivo para todo o mundo. Como não pensar em terceira guerra mundial? Ainda ao telefone com meu amigo, eu soltei “Agora não tem jeito, será uma guerra mundial”.

 

É verdade que os eventos foram espetaculares. Toda a operação foi extraordinária, como também o seu planejamento, incluindo o simbolismo que os alvos carregavam para os americanos. E o melhor, ao vivo para todo o planeta. Um ataque ousado e bem sucedido. Não estou fazendo apologia ao que ocorreu, principalmente porque essa ousadia custou a vida de 3000 pessoas apenas nos EUA. Se formos contabilizar os saldos da reação ianque, não podemos esquecer que milhares morreram, tanto no Afeganistão, como no Iraque.

 

É uma pena que diante de tantos protestos mundiais em favor da paz, o presidente Bush não tenha se comovido e praticado uma política menos intervencionista e bélica e mais uma política de tolerância e respeito pelo resto do mundo. Agora é tarde para dizer, mas não custa nada, o blog é meu mesmo: “Que isso sirva de lição”.



Escrito por Alexandre Miranda de Souza às 16h18
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